Pterígio é um crescimento benigno de tecido sobre a superfície do olho, associado à exposição ao sol, ao vento e à poeira. Não é câncer. Além do incômodo estético, causa vermelhidão e irritação, e pode avançar em direção ao centro da visão. A cirurgia remove o tecido e recobre a área operada.
Incomoda no espelho, arde no fim do dia e avermelha em qualquer sol. A remoção é tranquila, e com a técnica certa a chance de voltar cai muito. Avaliação e cirurgia em João Pessoa e Sapé.
O pterígio é um crescimento benigno de tecido sobre a parte branca do olho, geralmente no canto próximo ao nariz. Não é câncer. É muito comum em quem trabalha ou vive exposto ao sol, ao vento e à poeira, por isso é tão frequente na nossa região.
A pergunta que todo paciente faz é se o pterígio volta depois de operado, e a resposta honesta é que pode voltar, mas o risco depende muito da técnica usada. Na remoção simples, em que o tecido é apenas retirado, a recidiva é mais comum. No transplante conjuntival autólogo, em que uma fina camada do próprio olho do paciente recobre a área operada, a taxa de retorno cai bastante em comparação. É por isso que a técnica não é detalhe. Sobre o momento de operar, o critério é o incômodo: irritação constante, questão estética ou crescimento em direção ao eixo da visão. Operar quando o pterígio ainda é pequeno costuma significar cirurgia mais simples e resultado melhor. O procedimento é feito com anestesia local e o paciente vai para casa no mesmo dia. Nos primeiros dias há desconforto e sensação de areia, controlados com colírios e analgésicos.
Ele incomoda de dois jeitos, e os dois são motivos legítimos para tratar: o desconforto físico (vermelhidão, ardência, sensação de areia) e o incômodo estético, que aparece em toda foto e em todo espelho. E quando cresce em direção ao centro do olho, pode distorcer a visão criando astigmatismo.
1. No começo: uma pequena membrana no canto do olho. É a fase em que a cirurgia é mais simples e o resultado estético é melhor.
A grande pergunta de todo paciente é "e se voltar?". A resposta está na técnica. Na remoção simples, a área operada fica descoberta e a recidiva é comum. Já com o transplante conjuntival autólogo, uma fina camada de tecido saudável do seu próprio olho recobre a área, e a taxa de retorno despenca. É essa técnica que utilizo.
Confirmamos que é pterígio, medimos o tamanho e o quanto avança sobre a córnea, e planejamos a cirurgia. Você já sai com valores e datas.
Anestesia local, sem internação. O tecido é removido e o transplante conjuntival é posicionado, fixado com cola biológica em vez de pontos, o que costuma deixar os primeiros dias menos incômodos. Você vai para casa no mesmo dia, com curativo.
Desconforto e olho vermelho nos primeiros dias, controlados com colírios. O retorno é no dia seguinte e a rotina leve volta em poucos dias.
Óculos de sol de qualidade e lágrimas artificiais viram seus aliados: protegem o resultado e previnem novos pterígios.
Em quase três minutos, o Dr. Aislan explica o que é o pterígio, o que o diferencia da pinguécula, e as três medidas que decidem entre acompanhar e operar: quanto ele já avançou sobre a córnea, se mudou desde a última consulta, e o que ele está causando em você.
Não. O pterígio é um crescimento benigno. Em casos raros, lesões na superfície do olho merecem análise mais cuidadosa, e isso é verificado na avaliação. Mais um motivo para examinar em vez de conviver com a dúvida.
Pterígio pequeno e sem sintomas pode apenas ser acompanhado, com proteção solar e lubrificação. O problema é quando cresce: além do incômodo, pode induzir astigmatismo e alcançar o eixo da visão, tornando a cirurgia mais complexa. Avaliar cedo dá liberdade de escolha.
Em geral poucos dias para atividades leves, um pouco mais para trabalho com poeira, sol ou esforço. Na avaliação, planejamos o afastamento conforme a sua rotina, com atestado e orientações por escrito.
Esse é um dos objetivos da técnica com transplante conjuntival: além de reduzir a recidiva, o acabamento estético é muito superior ao da remoção simples. A vermelhidão da cirurgia vai clareando ao longo das semanas.
Uma avaliação rápida define o tamanho, a técnica e o melhor momento. Você sai com tudo planejado, sem surpresa.
Onde atendo: Clínica Dr. Aislan Saraiva, em Sapé (PB), às quartas e sábados pela manhã, por ordem de chegada. Hospital Provisão, em João Pessoa (PB), no Edifício Ecomedical, com consulta agendada por telefone. Oftalmoclínica, em João Pessoa (PB), no Centro, por ordem de chegada. Veja endereços, horários e telefones de cada local.